Conduzir uma operação internacional de conteúdo digital é, ao mesmo tempo, um desafio técnico e uma oportunidade criativa rara. Quando aceitei acompanhar a campanha da World Language School (WLS) na Suíça, sabia que não seria uma experiência comum. O convite trazia em si duas camadas: uma viagem cultural conduzida por influenciadores brasileiros e uma missão estratégica de posicionar a escola, em parceria com a Origyn Digital, agência de marketing renomada e internacional, de forma autêntica e relevante no mercado global.
A essência da campanha era simples e poderosa: mostrar que aprender um idioma vai além da sala de aula. Ao longo de sete dias em Zurique, influenciadores convidados teriam contato com aulas práticas, passeios culturais e experiências locais, transmitindo ao público brasileiro a vivência real de estudar e se comunicar em outro país .
Como estrategista de conteúdo, meu papel foi o de bastidor. Acompanhei tudo em tempo real, ajustando os roteiros de stories, propondo ângulos que valorizassem a experiência e pesquisando informações adicionais para enriquecer cada publicação. Se os influenciadores mostravam a fábrica da Lindt, eu cuidava de trazer o contexto histórico do chocolate suíço. Se a pauta era turismo, eu sugeria curiosidades sobre os idiomas oficiais do país ou sobre hábitos culturais que poderiam despertar identificação imediata.
Essa camada de inteligência nos bastidores é o que diferencia uma cobertura espontânea de uma estratégia de conteúdo viva, capaz de transformar experiências pessoais em ativos de marca.
Desafios do outro lado do mundo
Atuar de forma remota, em outro fuso horário, adicionou complexidade e aprendizado. Enquanto eles exploravam Zurique em plena manhã suíça, eu ajustava estratégias do Brasil — revisando conteúdos, sugerindo abordagens e garantindo que a narrativa central da escola permanecesse clara: proximidade, acolhimento e excelência no ensino de idiomas.
Esse descompasso temporal exigiu disciplina e visão ampla. Cada ajuste precisava ser rápido, preciso e adaptado às particularidades do momento. Não havia espaço para esperar; a comunicação nas redes sociais exige ritmo imediato. Essa vivência me mostrou, mais uma vez, que estratégia não é um plano engessado, mas um organismo vivo, que se adapta ao tempo, ao lugar e às pessoas envolvidas.
Entre máquinas e pessoas
Já atuo há anos com branding, SEO e AEO (Answer Engine Optimization), buscando posicionar marcas não apenas para buscadores tradicionais como o Google, mas também para a inteligência artificial generativa, que cada vez mais pauta como empresas e profissionais são encontrados. Esse trabalho demanda precisão técnica, estudo constante de algoritmos e visão de longo prazo.
Mas estar à frente de uma operação como a da WLS foi um lembrete de que, no fim das contas, são as pessoas que dão vida às marcas. Nenhum algoritmo substitui a autenticidade de um influenciador se emocionando ao praticar uma frase em inglês no dia a dia, nem a espontaneidade de um story mostrando um hábito cultural inesperado.
A tecnologia é suporte. A alma da estratégia nasce da escuta, do cuidado e da capacidade de transformar cada detalhe em significado.
O que aprendi com essa experiência
- Conteúdo é contexto.
Não basta postar imagens bonitas; é preciso situar o público, explicar, trazer curiosidades e criar pontes emocionais. - O bastidor é invisível, mas essencial.
A cada ajuste remoto, eu via a diferença entre um story comum e um conteúdo capaz de engajar de fato. - Cultura é estratégia.
Mostrar a diversidade linguística da Suíça ou suas curiosidades culturais não foi apenas entretenimento, mas reforço direto da proposta da WLS: aprender um idioma é mergulhar em outro mundo. - Remoto é possível.
Liderar uma operação do outro lado do planeta, com fuso horário e barreiras logísticas, provou que clareza estratégica e agilidade tornam qualquer distância irrelevante.
Uma nova perspectiva sobre estratégia
Essa campanha foi, para mim, uma confirmação de que vivemos uma era em que branding e performance precisam andar de mãos dadas. Não basta aparecer; é preciso aparecer com propósito. Não basta comunicar; é preciso comunicar de forma que traduza a essência de quem você é como marca.
A WLS mostrou isso ao transformar uma simples viagem em uma narrativa educativa e inspiradora. E eu, nos bastidores, pude unir técnica e sensibilidade para garantir que cada detalhe reforçasse essa mensagem.
Obrigada, Origyn Digital, por essa oportunidade.
Escrevo tudo isso aqui porque acredito que compartilhar bastidores também é uma forma de educar. Estratégia de conteúdo não é improviso, nem mágica. É método, visão e sensibilidade. É saber quando seguir o plano e quando mudar o rumo em tempo real.
Se você deseja que sua marca seja encontrada não apenas nos buscadores, mas também no coração das pessoas, eu posso te ajudar. Minha atuação une branding, SEO, AEO e conteúdo vivo, guiando empresas e profissionais a se posicionarem com verdade e consistência.
Cada projeto é único, e cada narrativa tem o poder de abrir caminhos. Vamos conversar sobre como estruturar a sua?





